O longo amanhã
O longo amanhã
Por: Leigh Brackett
Obra-prima indiscutível da literatura moderna, O longo amanhã pensa o futuro em um cenário pós-apocalíptico rural, no qual as sociedades religiosas reinam. Brackett combina a defesa intelectual típica da ficção científica ao questionamento da fé para criar um dos grandes romances de formação norte-americanos
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Ficha Técnica
Especificações do Produto
Autor da obra
Leigh Brackett
Leigh Brackett nasceu em Los Angeles, em 1915, e publicou sua primeira história de ficção científica na revista Astounding Science Fiction, em 1940. Além
de escritora profícua nos gêneros da ficção especulativa, trabalhou compondo
roteiros para filmes como À beira do abismo, O perigoso adeus e Onde
começa o inferno. Recebeu um prêmio Hugo postumamente pelo roteiro de Star
Wars: o Império contra-ataca. Brackett foi casada com o também escritor de
ficção científica Edmond Hamilton, de 1946 até a morte do parceiro em 1977. Ela
faleceu no ano seguinte.
Sinopse
“Leigh [Brackett] me ensinou a escrever histórias de verdade. […] Aprendi com ela a reduzir as minhas e a planejá-las.” — Ray Bradbury, autor de Fahrenheit 451
Quando uma guerra nuclear obriga os humanos sobreviventes a se agrupar em comunidades
rurais restritas, a população passa a viver da terra e a colher da palavra divina. Temerosos, os Estados Unidos incluem uma emenda à Constituição que
proíbe a formação de grandes cidades e que, por consequência, execra toda tecnologia que não for mais do que necessária. Rádios, televisões, veículos e eletricidade tornam-se apenas memórias de outro tempo.
Incitado pelas provocações do primo e pelas histórias da infância da avó, o pequeno Len Colter decide descobrir quais são os segredos desse passado não tão distante que os mais velhos protegem sussurrando — e até matando. Contudo, o caminho do transgressor é sempre o mais longo e difícil. Será preciso atravessar regiões inóspitas e enfrentar realidades violentas em busca de uma cidade proibida de que o garoto apenas ouviu falar, cuja existência sequer tem certeza de ser
verdadeira.
Publicada por uma das pioneiras da ficção científica em 1955, mestra direta de Ray Bradbury, esta obra ressoa a ameaça nuclear que assombrou o mundo no século 20 e prova que a solução para uma pessoa sair das ruínas por vezes é ir contra aquilo em que ela acreditou durante toda a vida.
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